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CORRA, HOJE  É

 

 

 

 

FISIOLOGIA DO ESFORÇO

 

 

 

 

A CORRIDA E O SEU CORAÇÃO

O Sedentarismo está reconhecido como um dos mais importantes factores de risco de doença cardiovascular. Pelo contrário a prática regular da corrida (ou outro desporto ) está associada a mais energia, maior resistência geral, funcionamento mais eficiente e económico do coração e pulmões e redução do risco de ataque cardíaco.

Pode-se dizer que uma das razões para estes efeitos é o facto de a corrida servir para« muscular» o coração. Este orgão é um músculo e como todos os restantes músculos desenvolve-se graças ao exercício físico. Um coração musculado desenvolve e cumpre melhor as suas tarefas e com menor fadiga.

Mas a corrida apresenta outra grande vantagem que explica os seus efeitos benéficos: é uma actividade anti «stress», ajuda ao equilíbrio psicológico. O praticante de corrida evidencia geralmente uma maior confiança nas suas capacidades físicas gerais . Independentemente da idade.

Finalmente, a prática da corrida torna-se benéfica por impor uma higiene de vida diferente: raros são os atletas que fumam!!!

A corrida, assim como outro qualquer exercício físico faz baixar a taxa de colesterol sanguíneo, o açucar no sangue, o peso e outros parâmetros que comprometem a saúde das pessoas.

A chave do sucesso na luta contra o sedentarismo é escolher uma actividade que goste e lhe dê prazer e que, na realidade possa mesmo praticar. Se até agora viveu uma vida inactiva, tenha calma, seja modesto na sua escolha e comece pela marcha: Ver: http://www.omundodacorrida.com/principiantes.htm

A natação seria uma boa alternativa para se estrear. Não se esqueça que a intensidade do exercício tem que ser aumentada gradualmente ao longo dos meses. Se pretender melhorar a capacidade funcional do seu coração, passe depois para a corrida ou marcha.

Nunca se esqueça do aquecimento antes de começar os exercicios físicos propriamente ditos.                                    Ver: http://www.omundodacorrida.com/aquecimento.htm , além disso, não tire o relógio, vai precisar dele enquanto estiver a fazer exercício, pelo menos para poder medir a frequência do seu pulso. É que o coração pode bater até uma cadência limite, acima da qual pode surgir a sensação de dor no peito ( angina de peito ) ou perigosas alterações do ritmo cardíaco ( pulso irregular ) . Esse limite é a chamada frequência máxima teórica ( FMT). Calcula-se de forma simples: 220 menos a idade . Ou seja, se tiver 50 anos a FTM será para si de 170 batimentos cardíacos por minuto. Para que a prática desportiva seja segura, os cardiologistas aconselham que o pulso se mantenha a 60-75 por cento dessa frequência ( no caso acima exemplificado seria de 102 a 127 batimentos cardíacos por minuto).

O controlo do pulso é muito importante e é uma medida muito simples. Pode sentir facilmente as artérias nos pulsos ou no pescoço. No fim da corrida ou de outro exercício não corra imediatamente para o duche. Tal como o aquecimento inicial, o arrefecimento final (retorno à calma) deve durar entre 5 a 10 minutos.

O Mundo da Corrida/Eduardo Santos

 

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