XXV Festival do Crato
Cinco dias de Música, Gastronomia e artesanato
XXV Festival do Crato
Cinco dias de Música, Gastronomia e artesanato
Os Proprietários
Durante o período em que decorreu o Festival do Crato, foram realizados vários contactos com os proprietários dos terrenos, dos dois mapas do evento.
Na foto em baixo, a Familia Barriguinha é um exemplo do apoio que os proprietários vão prestar ao NAOm 2010.
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O Principal proprietário é Francisco Amieiro, que na última edição foi fundamental para a concretização do evento.
Além destes dois, outros foram contactados e sempre com parecer positivo. Srº Fadista, Srº Gouveia, Srº António Lopes.
Última edição de Fernando Costa : 27-10-2009 às 22:19
CONTRADANÇAS DE ALPALHÃO
Os contactos estabelecidos no Festival do Crato poderão levar o famoso Grupo de Alpalhão a actuar no NAOM
Biografia:
As Contradanças de Alpalhão nasceram como que de uma “brincadeira”, já que, os seus elementos se juntavam por acaso nos festejos do Carnaval em Alpalhão.
Começaram a perceber o gosto que tinham em comum pelas tradições de Alpalhão, em como partilhavam o gosto de trajar com o fato “à moda” de Alpalhão, de usar os fios de ouro, de se caracterizarem como antigamente…
Desse entendimento, surgiu a ideia de construir um grupo forte e coerente que representasse, prosseguisse e protegesse a sua tradição e o seu património cultural.
Aliaram a tradição à “modernidade”, e decidiram levar o grupo avante. Foram à procura das canções e das danças antigas, e decidiram representá-las no presente de forma a poderem manter a tradição viva.
Este grupo de dança e de canto foi fundado no dia 1 de Abril de 2006, e é composto por 60 elementos. Estes elementos estão subdivididos de acordo com a sua faixa etária: o grupo dos “pequeninos” (até aos 11 anos), o grupo dos jovens (até aos 20 anos), e o grupo dos adultos, formado por mulheres (a partir dos 20 anos).
Mais informação sobre as contradanças de Alpalhão:
[ame]http://www.youtube.com/watch?v=2z82UphYMTY[/ame]
http://jornaldenisa.blogspot.com/sea...tradan%C3%A7as
Artestanho
Na III Feira Medieval de Leça do Balio fomos ao encontro da Artestanho.
Mais uma vez vimos a paixão com que esta família se entrega à nossa história. Cada peça da Artestanho tem uma história e o Srº Resende melhor do que ninguém, nos transporta através do tempo até às origens.
Dª Irene a cunhar moeda
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Pelo quarto ano consecutivo a Artestanho volta a ter a responsabilidade de criar as peças de arte que serão os principais prémios do NAOM 2010.
A criação original desta edição vai ser inspirada em D.Nuno Álvares Pereira
Acção de Formação de Orientação
Data – 24 e 25 de Outubro
Se tem interesse em iniciar-se nesta modalidade, o GD4C vai ministrar uma acção de formação, homologada pela Federação Portuguesa de Orientação para o seguinte público-alvo:- Professores licenciados em educação Física;
- Agentes desportivos que organizam actividades de ar livre;
- Novos praticantes da modalidade;
- Amantes do contacto com a Natureza.
A acção terá uma parte teórico-prática em sala com apresentação multimédia e uma parte prática.
Organização: Câmara Municipal do Crato e Grupo Desportivo dos Quatro Caminhos
Local: parte teórica: Junta de Freguesia de Flor da Rosa.
Parte prática: Centro histórico do Crato (24 de Outubro), Lameira / Aldeia da Mata (25 de Outubro)
Programa
1º Dia
09:00 –Recepção
Entrega de documentação
09:30 – Apresentação
Enquadramento
Modalidade / Actividade
Jogos didácticos
10:00 -História e organização da modalidade
10:30 – Intervalo
10:45 – Noção de planificação
Localização e orientação do mapa através de pontos de referência
Automatização do gesto (localização e orientação permanente do mapa)
11:30 – Leitura e Interpretação do Mapa
Legenda
Simbologia
12:30 – Intervalo (Almoço)
14:00 – Sinalética especifica de Orientação
15:00 - Noção das distâncias e escalas
16:00 - Introdução da Bússola
16:30 – Realização de um percurso formal (Crato).
18:00 – Final
2º Dia
09:30 –Realização de um percurso formal (Lameira / Aldeia da Mata)
11:30 –Entrega de Diplomas
12:00 -Encerramento
A acção inclui acompanhamento por monitores, bibliografia de apoio e mapas;
Observações: os formandos devem ser portadores de uma bússola (no caso de a possuírem) e uma muda de roupa completa para a parte prática;
Inscrições.
- A Inscrição é gratuita.
Se está interessado envie um email para ori@gd4caminhos.com ou gab.comunicacao@cm-crato.pt com a ficha de formando preenchida.
Ficha de inscrição - http://www.gd4caminhos.com/images/st...tformandos.doc
Informações - 936264216.
Última edição de Fernando Costa : 20-10-2009 às 13:31
NAOM 2010 no Lugar Cativo de 15 de Outubro
No dia 27 de Outubro, o programa Lugar Cativo de Fernando Correia, na TVI 24, vai ser sobre Orientação.
O programa da Zon TVcabo vai para o ar entre as 20h00 e as 21h00 de Terça Feira (27 de Outubro).
O NAOM também vai ter Lugar Cativo no programa que será emitido em simultâneo no Rádio Clube Português e TVI 24
Última edição de Fernando Costa : 13-10-2009 às 18:34
CONCURSO FOTOGRÁFICO
Os amantes da fotografia, vão poder no Crato dar asas a sua criatividade.
Os momentos mágicos do evento, vão poder ser registados pelas vossas câmaras.
Da edição 2010 do NAOM, vai fazer parte um concurso fotográfico.
Brevemente será divulgado o programa do concurso.
Mário Zambujal é o embaixador do evento e fará a apresentação da II edição de "Crónicas Norte Alentejano O' Meeting"
Mário Zambujal nasceu a 5 de Março de 1936 em Moura, no Baixo Alentejo.
Viveu a sua adolescência em Faro e, desde muito cedo que "lhe surgiu a mania e a queda" para a escrita.
Ainda miúdo, publicou num semanário lisboeta - "Os Ridículos"- uma redacção que havia chamado a atenção do seu professor de Português na altura.
Em 1961, com 25 anos, inicia-se como jornalista profissional no jornal "A Bola".Em 1967 ingressa no jornal "O Diário de Lisboa" para dirigir a secção de desporto.
Um ano depois (1968), troca-o pelo jornal "Record" cujo director era, na altura, Artur Agostinho.
Em 1970 entra para "O Século" sendo, por altura da Revolução de Abril, chefe de redacção.
Em 1975 aceita o cargo de director do "Mundo Desportivo" que pertencia ao grupo DN, sendo cumulativamente e em comissão de serviço, subchefe de redacção do DN.
Com o 25 de Novembro e a convite de Vítor Cunha Rego e de Mário Mesquita, tornou-se chefe de redacção do DN. Contudo, passado algum tempo, demitiu-se desse cargo e ficou a chefiar a secção de informação geral.
Mais tarde, aceitou ser o primeiro director do semanário "Sete".
Seguiu-se a experiência na RTP onde ficou cerca de 20 anos e da qual saiu "no dia em que os mancebos que tinham mais de 55 anos podiam ter reforma antecipada."
Entretanto, teve outras experiências na Rádio, no programa "Pão com Manteiga" (tendo sido co-autor dos textos publicados, mais tarde, em livro) e no teatro de revista, igualmente na qualidade de co-autor de alguns textos de, por exemplo, "Não Batam Mais no Zézinho", "Isto é Maria Vitória" e "Toma Lá Revista".
Apesar de recusar ser considerado um escritor e preferir "ir sendo, de vez em quando...", desde 1980 até ao momento já escreveu 8 livros, 2 deles em co-autoria.
Publicado pela primeira vez em Maio de 1980, a "Crónica dos Bons Malandros" constitui uma clara crítica à exclusão social. Em Março de 2008 é impressa a 31ª edição desta obra que foi igualmente adaptada para cinema em 1984.
Seguiu-se-lhe "Histórias do Fim de Rua", em 1983, onde são contadas histórias na primeira pessoa de gente que vive numa rua já velha e cujo futuro é a demolição.
Em 1986, publicou "Há Noite Logo se Vê" cujo argumento gira em torno do facto de não haverem nascido crianças na aldeia do Roseiral num período de 4 anos.
Depois de um interregno de alguns anos, volta a publicar em 2003 "Fora de Mão", uma colectânea de contos e histórias de existências quotidianas.
Em 2005 publica "Os Novos Mistérios de Sintra", um projecto de sete escritores - além de Mário Zambujal, Luisa Beltrão, José Jorge Letria, Alice Vieira, João Aguiar, José Fanha e Rosa Lobato Faria - "que se encontraram pelo puro prazer de inventar uma história e de escrever cada um a sua fatia com mestria e sem preconceitos."
Este projecto é retomado em 2006 pelos mesmos autores com a publicação do "Código de Avintes".
Em 2006 publica "Primeiro as Senhoras" onde o último dos bons malandros - Edgar - relata histórias relacionadas com o seu alegado rapto e consequentes 9 dias de cativeiro, com o intuito de oferecer pistas a um silencioso inspector.
Em 2008 publica "Já Não se Escrevem Cartas de Amor" onde nos transporta à Lisboa dos anos 50, uma época marcada por "...apetites e excessos [e por] paixões e desventuras. Era um tempo em que havia tempo. Até se escreviam cartas de amor."
Todos os seus livros são marcados pela simplicidade, pela naturalidade e pelo humor, claro e sadio, pela ironia, dirigindo-se, assim, a diferentes géneros de leitores.
Mário Zambujal participou com um trabalho inédito para a obra "Tantas Mãos, a Mesma Primavera", um livro de poesia, editada pela Oficina do Livro em 2005 e com uma tiragem de 20.000 exemplares.
Mário Zambujal é também membro dos corpos sociais da Sociedade Portuguesa de Autores e Presidente da Direcção do Clube de Jornalistas do qual é sócio fundador.
Mário Zambujal regressa à ficção e ingressa na Planeta.
O novo livro chama-se "Uma Noite não são Dias" e será lançado em 13 de Outubro 2009.
Marcação do triângulo
O dia 17 de Outubro marca o início do planeamento dos percursos da IV edição do NAOM.
A viagem do Porto foi realizada no dia anterior e o local de pernoita, mais uma vez foi Amieira do Tejo.
Comecei por Alter do Chão, onde fui deixar publicidade actualizada e de seguida passei pelo Posto de Turismo do Crato que fica instalado no Mosteiro de Santa Maria em Flor da Rosa.
Como as eleições trouxeram uma nova administração para o Concelho do Crato, recebemos a notícia da suspensão da acção de formação de Orientação a realizar no fim – de - semana seguinte. Assim consegui desbloquear um novo espaço, para ministrar a parte teórica da acção de formação, apesar de não ser tão nobre como o Auditório Municipal o salão da Junta de Freguesia da Flor da Rosa tinha as condições necessárias para este tipo de iniciativa.
Só pelas 12h00 começei a reconhecer a área da partida e chegada da prova de distância Longa em Aldeia da Mata.
A minha aposta, é conseguir concentrar a partida e chegada e toda a logística inerente, no espaço onde a Junta de freguesia organiza as Festas anuais e onde está a construir o parque desportivo. Se conseguir fazer ali a partida e a chegada vamos ter cortar duas vedações e um muro de pedra solta vai ter que ser derrubado. Vamos ter que utilizar a própria praça de Touros para a passagem dos participantes entre o último ponto e a meta.
A esta hora devo ser o único que anda no campo, todos os portões estão fechados, salto vários muros e vedações.
No Alentejo os pastores foram substituídos por vedações, então floresceu uma autêntica selva de arame farpado, que muitas dores de cabeça nos criam e diminuem substancialmente o nível técnico dos mapas em questão.
Desta vez fui surpreendido, pois muito perto do local da partida o gado era diferente!
Este Outono é dos mais secos que há memória, a paisagem encontra-se como se estivéssemos no pico do Verão. A canícula obriga a protecção redobrada pois este sol é traiçoeiro e a garrafa de água não pode ser esquecida.
Há muito tempo que não entrava num terreno com esta missão. Existe uma imensidão de elementos característicos rochosos e de vegetação que por vezes se tornam muito difíceis de representar. Adiciono mais umas fotos à minha colecção de Pedras.
Os elementos característicos de relevo também tornam o mapa interessante e extremamente duro. As últimas noticias sobre a cartografia simplificada que os nórdicos estão a realizar no Alentejo, vêm novamente levantar esta velha questão sobre se tudo deve ser representado!
Pode ser que depois da prova do Gafanhori em Novembro se abra um debate sobre este assunto.
Aqueles que pensam que o Alentejo é plano, vão ter mais uma bela surpresa. Quando chego á Ribeira de Cujancas, verifico a diferença da paisagem, nem uma pinga de água, só pó e erva seca em contraste com o caudal e corrente desenfreada que parecia um pesadelo no mês de Janeiro. Mesmo assim com tonalidades castanhas este local agreste é muito bonito.
O trabalho estava a correr bem, havia zonas que já não me lembrava de ter ali passado, era um misto de áreas fáceis com áreas muito difíceis e com mais verde do que habitualmente aparece no Alto Alentejo.
Depois de muito sobe e desce e do calor ter diminuído substancialmente começo a pensar em regressar à Aldeia da Mata, no regresso verifico uma zona encostada às hortas, mas a visibilidade é já reduzida, ouço o sino na Igreja a tocar ao longe, verifico no telemóvel, são 19h00, as luzes amarelas dos candeeiros públicos a imitarem o modelo antigo são acesas.
Faço a última parte a correr num dos caminhos de terra que vai direito ao centro da Aldeia, foram sete horas seguidas por montes e vales, nessa altura penso como se devem sentir os praticantes ultra – trail quando acabam as suas provas.
No dia seguinte voltei a Aldeia da mata, como nas competições o segundo dia custa muito menos, parece que adquirimos o ritmo certo. Escolhi reconhecer uma das zonas mais fechadas com vegetação, nas encostas da Ribeira, nesta altura em que tudo está seco, também os silvados e as giestas mirram bastante. Fiquei contente pois pensava que seria mais difícil, as passagens do gado ajudam bastante. Testo a passagem da Ribeira de Cujancas através de umas poldras de pedra que dão uma boa ajuda, pois em Fevereiro a situação deve ser muito diferente.
No final da manhã e feito o balanço, ficava só a parte mais técnica do mapa para reconhecer.
Para a semana vamos continuar, mas agora com mais elementos no terreno.
Última edição de Fernando Costa : 20-10-2009 às 11:31