Ao ler a descrição da prova do “mestre” Orlando Duarte não posso deixar de sentir um certo alívio!
Quando um experiente corredor em areia, e que conhece aquelas praias palmo a palmo, sente as dificuldades descritas o que dizer de um “coxo” e totalmente inexperiente em matéria de correr na praia como é o meu caso?!
Com GPS avariado e sem conseguir ver os quilómetros limitei-me a tentar partir com calma e aguentar (muito mal) na parte final.
Para mim correr sem cronómetro não é propriamente correr sem oxigénio porque como adepto das provas de montanha as minhas preocupações vão muito mais no sentido de gerir o terreno que se me apresenta pela frente do que pensar em médias e quilómetros.
Mas nas areias da Caparica, tal como na estrada, e de todo aconselhável estar atento ao cronómetro.
Quanto a organização quando ela é de gente que sabe o que é correr perdoa-se o que tenha sido menos conseguido porque sabemos que tal vai ser reparado na próxima edição e se melhor não foi feito é porque não foi mesmo possível.
Apenas dou uma modesta sugestão, que pode ser um perfeito disparate, mas aqui fica: Assinalarem as placas dos quilómetros com um mastro com uma bandeira de modo a ser visível ao longe e dar outro alento a quem corre naquela imensidão de areia.
Quando falo em mastro e bandeira não falo em nada de complicado e sofisticado: Uma cana com um pedaço de pano resolve o assunto!
É claro que se a prova ganhasse outros apoios poderia ser dada outra “dignidade” as placas dos quilómetros mediante a colocação de material publicitário que os tornaria mais visíveis.
Quando ao retorno também seria de todo interessante torna-lo mas “festivo” e visível de longe se bem que a presença de um Tigre foi uma enorme
mais-valia!
E podem já inscrever-me para a edição do ano que vem!![]()





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