Ultra Maratona Caminhos do Tejo - A Ultra que dá 3 pontos para o Mont Blanc - Página 31
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Tópico: Ultra Maratona Caminhos do Tejo - A Ultra que dá 3 pontos para o Mont Blanc

  1. #301

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    Uns bons "caminhos" a todos os que vão participar, seja a correr seja a colaborar.
    Abraço a todos.

  2. #302

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    Quote Mensagem Original de António Almeida Ver Mensagem
    Uns bons "caminhos" a todos os que vão participar, seja a correr seja a colaborar.
    Abraço a todos.
    Amigo António lamento muito a tua ausência derivada de um dos momentos muito tristes da vida .
    Tu e a Isabel estarão nos caminhos do Tejo em pensamento, porque vos terei em meu coração e pensamento.
    Mando-te daqui um grande abraço de força e beijinhos para a Isabel e para a Ruth.

    Muita força


    Viva o Mundo da Corrida ! Viva o Atletismo com alegria ! viva a Amizade !!

  3. #303

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    Mais uma organização luxo. E eu a pensar que seria dificil fazer muito melhor que o ano passado.
    Obrigado a todos.

  4. #304

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    Quero deixar aqui os meus agradecimentos á organização da prova, presidida pelo Eduardo e Margarida, extensivos a todos os seus colaboradores, pela forma fantástica e excelente que fui recebido e apoiado na, durante e após a prova. Bem Hajam e parabens pelo execlente trabalho efectuado.

  5. #305

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    Viva!

    Parte I de V

    Até bem perto da véspera estive para mandar uma mensagem à organização para perguntar se podia acompanhar os atletas de bicicleta.

    Após 2 meses a tentar recuperar de uma lesão na anca (ou bacia?), nunca pude treinar em condições para esta prova. Depois de não ter participado no “Oh Meu Deus” e ter desistido bem cedo no UTSM (aos 30 km), tinha feito uma pequena prova de 14,5 km na Burinhosa a 17 km de Alcobaça uma semana antes.

    Corri com medo de agravar a lesão mas tinha que experimentar acabar uma prova destas (por mais pequena que fosse), caso contrário a minha peregrinação a Fátima em versão corrida seria anulada e seria substituída pela bicicleta. Finalizei a prova de Burinhosa mas as sensações não foram boas.

    Dia 8 de junho. Levo a carrinha para Fátima pela nova e impecável IC9. Pela primeira vez, para ir a Fátima evito as muitas curvas da serra de Aires e Candeeiros.

    Às 17.15 o autocarro leva-me até Lisboa numa viagem que dura 1.30. À chegada, vejo uma pessoa (segurança?) com um colete refletor e imediatamente lembro-me que me esqueci de trazer este material obrigatório para a prova!

    Às 19 h vou de táxi até ao centro comercial Vasco da Gama pago 8.15 €. Vejo o Mark Macedo que diz que vai acompanhar a mulher. Um dos treinos deste casal foi fazer 220 km (!) de Porto até Fátima num fim de semana.

    Compro um colete refletor por 3,45 €. Ando 1 hora pelo centro comercial e dirijo-me depois para o local da partida. A primeira pessoa que vejo é o João Vaz. Este atleta veterano ficou em 1º lugar na prova da Burinhosa (14,5 km). Fez 47 minutos e é um dos melhores atletas amadores em provas curtas.

    Fico admirado por vê-lo ali. Por não o conhecer bem por alguns instantes até pensei que fosse um atleta parecido mas confirmo que é o João Vaz!
    O que é que ele está aqui a fazer?! Eu sei que ele não faz provas longas por isso fico admirado em vê-lo aqui.
    Só depois de uns 5 minutos de conversa é que ele diz-me que não vai participar na prova! Só vem ver o ambiente! Aliás este atleta nunca correu uma maratona.

    Vão chegando atletas que se instalam debaixo da pala do pavilhão de Portugal. Há muitos atletas que não conheço.
    Por lapso da minha parte, a minha mochila é identificada apenas com o meu nome. Não indico o local onde eu pretendo recebê-la que seria na meta. Ela foi depois colocada em Monsanto.

    Às 22 horas começa a prova. O tempo está fresco. Parto ao ritmo habitual. Vou na frente com o João Oliveira e outro atleta que não conheço.
    5 km depois já no rio Trancão tenho apenas a companhia do atleta desconhecido.
    - Como é que te chamas? – Pergunto eu.
    - Carlos Mendes.

    Nem a cara nem o nome me dizem nada. Nunca tinha visto este atleta. Sigo em bom ritmo a uns 4 min/km. Não sinto desconforto físico e as sensações são semelhantes às do ano passado.

    Aos 10 km o João Oliveira alcança-nos.
    - Tive de parar por causa da diarreia! Diz-nos ele.
    Seguimos os 3. A maior do tempo vou à frente porque conheço o caminho ao contrário dos meus companheiros de viagem que participam pela 1ª vez.

    Momentaneamente, o João volta a ficar para trás.
    Eu e o Carlos chegamos juntos a V.F. de Xira ao fim de 2.15. O João chega alguns segundos depois. Diz-nos que teve de baixar os calções outra vez. As sensações são boas parece-me que irei conseguir acabar a prova.
    O abastecimento é farto. Como uns figos secos, amendois…

    Fim da Parte I

  6. #306

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    Parte II

    Arrancamos os 3. A etapa até Vila Nova da Rainha é curta cerca de 11, 5 km. Um pouco mais tarde ao vermos o João uns 50 metros atrás de nós, digo ao Carlos para abrandarmos um pouco e irmos os três juntos. Não há mais atletas por perto.

    A meio desta curta etapa, durante uns 2-3 km deixo o lugar da frente e sigo atrás dos 2 atletas. Eu sei o caminho, mas vou distraído atrás deles. Um carro da polícia vindo de trás de nós ultrapassa-nos, dá a volta mesmo à nossa frente e manda-nos parar!!

    Por breves instantes passa pela nossa cabeça que estávamos a cometer alguma transgressão! Mas o polícia informa-nos que vamos enganados no caminho e temos que cortar à esquerda junto ao LIDL. Pois é! Eu sabia o caminho mas ía distraído! Mas fico admirado por ter sido a polícia a avisar-nos do caminho correto!!! Será que ele sabe que estamos numa prova?!

    Este ano a organização colocou pequenos autocolantes fluorescentes de cor verde em alguns locais para melhorar a orientação dos atletas. A orientação dos peregrinos nos caminhos de Fátima é feita de 3 formas: azulejos que se encontram nos cruzamentos, pequenas placas de madeira com setas orientadoras e setas amarelas pintadas em postes, alguns muros, etc…

    A frequência destas indicações é baixa mas, tal como acontece em “outros caminhos” de peregrinação (como Santiago), a organização (como explicou no fim) não pode desvirtuar em demasiado a indicação já existente. Contudo decidiu acrescentar alguns autocolantes fluorescente até Valada.

    Depois do aviso da polícia, voltamos para trás. Foram uns 2 km a mais.
    No caminho certo, temos a informação de um ciclista que o Pedro Marques está na frente. Vemos a luz do frontal a alguns metros. Penso que é o Pedro Marques mas passamos pelo atleta e vemos que é o Vítor Coelho que nos passou. Não vemos o Pedro.

    1-2 km depois o Carlos Mendes afasta-se. Fico com o João Oliveira mas por pouco tempo. Começo a sentir as mesmas dores na anca dos últimos meses. O ritmo não é alto para mim. Estou a correr em estrada plana – o piso que mais gosto – , mas sou obrigado a baixar o ritmo. Deixo ir o João.

    Chego a V.N Rainha está lá o João. Faço uns alongamentos para remediar o que penso não ter solução. As dores não passam. Chego a pensar desistir neste posto.

    Sigo com o João Oliveira mas por pouco tempo. O João lentamente afasta-se. Um pouco mais à frente, vejo o João parar para, mais uma vez, baixar os calções por causa da diarreia. Passo pelo João e avanço uns 200 metros. Quase de repente a dor na anca torna-se insuportável. O João passa depressa por mim e nesse preciso momento passa também o Eduardo Santos de carro que se coloca ao lado do João mais à frente.

    Não hesito 1 segundo. Incapaz de correr, dou 2 berros para o Eduardo parar o carro e digo-lhe que quero desistir. O Eduardo telefona para a Margarida que me transporta no seu carro. Corri 48 km.

    Fim da Parte II

  7. #307

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    Parte III

    São 2.00 da manhã. E é no carro da Margarida e no resto do dia que fico com uma melhor noção do que é organizar e sobretudo acompanhar os atletas numa prova como esta!

    Mal entro no carro, a Margarina faz o 1º das muitas dezenas de telefonemas. Também ela recebe muitos telefonemas e dentro do carro tenho a total noção do que está a acontecer na prova!

    A Margarida anda para atrás e para a frente. Voltamos a V.N Rainha por causa dos abastecimentos.
    Os telefonemas sucedem-se. O Arsénio é o 1º a desistir. Pouco depois é o Serrazina (!). Há um atleta muito atrasado em relação a todos os outros. O Carlos Mendes parece que se enganou em Azambuja.

    Seguimos para Valada. Na escuridão, depois de uma longa reta há uma ponte. Os atletas têm que cortar à esquerda em direção aos campos agrícolas. Vemos o João a passar (com outro atleta que na altura não reconhecemos na altura mas que pensava que era o Carlos Mendes) pelo referido local e ir em frente.
    - Têm que voltar para trás e cortar à direita! O João resmunga um pouco!
    - Não há fitas! – Diz ele.

    Digo à Margarida para colocarmos uns autocolantes fluorescentes naquele local para os atletas não seguirem pela estrada. Mesmo estudando o percurso, os primeiros atletas dividem a concentração entre a competição e a visualização seja do que for.

    À saída dos campos agrícolas colocamos mais autocolantes. O João passa por nós e diz que se ía perdendo nos campos. Vem sozinho e penso que vai em 3º lugar atrás do Carlos Mendes e do Pedro Marques que deve ir em 1º.
    Entramos com o carro num caminho de terra batida para colocar mais autocolantes. Para grande surpresa passamos pelo Pedro Marques!!

    Afinal, quem vai à frente agora é o Carlos Mendes seguido do João Oliveira!! É para mim uma grande surpresa. O João e o Pedro são grandes atletas mas o Carlos não o conheço e não contava que liderasse a prova nesta altura após uns 55 km. Contudo eu sabia que o Pedro também não estava, desde o início da prova, nas melhores condições físicas pela lesão contraída recentemente numa prova.

    Eu e a Margarida voltamos para trás para Azambuja antes da estação. Trata-se um ponto crítico pois os atletas podem seguir em frente e não passar pelo viaduto da estação em direção a Valada. Estamos quase 1 hora numa rotunda antes da estação. Passam por nós quase todos os atletas. A Analice passa bem antes de muitos atletas. É a 1ª vez que vejo a Analice a correr! As passadas são muito pequenas mas rápidas.

    Fico admirado pela descontração da maioria dos atletas. Não aparentam ter pressa.
    Mais tarde eu e a Margarida vamos para a bifurcação entre os campos agrícolas e Valada. Também aqui passam por nós quase todos os atletas.

    Os telefonemas sucedem-se. Foram largas dezenas. Recebemos a informação que o Pedro Marques desiste em Valada! Uns minutos mais tarde o Pedro depois de levar com umas massagens decide continuar!

    Estamos parados na bifurcação. Passam muitos atletas. Pela cara dá para perceber o seu estado físico. A Analice sempre sorridente, o Vitorino perfeitamente à vontade, o Mimoso tem um ar vidrado como que hipnotizado, o Carlos Santos é o cúmulo da descontração, a Júlia tem uma perna “presa” e vem acompanhado pelo Mark…

    Ainda na bifurcação recebemos a notícia que o Mimoso desiste em Valada! O ar hipnotizado dele afinal indiciava grandes problemas. O Mimoso não é atleta de desistir. Algo de grave se passou.

    Fim da parte III

  8. #308

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    Parte IV

    Amanhece. A Margarida deixa-me em Valada e volta para trás. Está lá o Mimoso que desistiu por esgotamento precoce: “Aos 50 km parecia que já tinha corrido 500” – diz ele. O Morgado também desiste naquele local.

    Acaba de amanhecer. Foi uma noite bastante fria.
    Mais tarde a Margarida trás no carro outro atleta que tinha desistido. Já há muitas desistências e ainda a prova não vai a meio! O Francisco Bossa também se queixa quando ali chega.

    O Lima é o atleta mais atrasado em prova e os organizadores estão preocupados com a logística. Pelo que me apercebi, à medida que o último atleta passava pelo abastecimento, este era levantado para ser levado mais à frente para servir os primeiros atletas. Só que diferença de tempo e distância entre o 1º atleta (Carlos Mendes) e o último o Lima ameaçava comprometer o abastecimento do 1º atleta!

    Às 8 horas vou para Santarém com a Margarida.
    Estou aqui umas 2 horas. Nesta estação está o Trindade, uma enfermeira, uma professora de Educ. Física (ligada à organização)…

    Passam por aqui diversos atletas até às 10 horas. O Carlos Mendes já passou por aqui há muito tempo com uns 25 minutos de avanço sobre o João Oliveira. O Pedro Marques desistiu aqui e foi levado para Santos.
    A descontração da quase totalidade dos atletas é (para mim) admirável. Só agora tenho a noção que o estado de espírito dos atletas que vão na frente é bem diferente dos atletas mais atrasados. Os atletas da frente perdem 1-2 minutos nos abastecimentos e comem e bebem o mais depressa possível, os atletas mais atrasados quando chegam aos abastecimentos, abastecem-se muito vagarosamente, alguns deitam-se na relva, conversam entre si perfeitamente descontraídos. Um deles foi o Carlos Santos que este quase meia hora na conversa com todos os que ali estavam.

    Antes das 10 horas recebemos a informação que o Carlos Mendes já saiu de Minde e segue em direção a Fátima. Faço rapidamente contas de cabeça e penso que a informação deve estar errada.
    - Não é possível – digo eu! Não terá partido de Monsanto?
    - Não! Partiu de Minde! E já está a chegar a Fátima!
    - É pá não pode ser!! Continuo eu a dizer! Então mas vai chegar a Fátima às 11 horas??!?!

    Eu e mais 2 atletas desistentes (Morgado e outro atleta que não me lembro) partimos de imediato no carro da massagista para Fátima. É necessário chegar antes do 1º atleta.
    As estradas nacionais de Santarém até Fátima são tortuosas.
    - Vamos pela auto-estrada! – Digo eu à massagista!

    E assim foi! Seguimos por autoestrada e em meia hora estamos em Fátima.
    Ninguém no carro sabe qual é exatamente o local da chegada. Estamos à esquerda do Santuário ao lado de um Hotel.

    Aparece quase de seguida o Eduardo que nos leva até ao local da meta. Já lá está o Carlos Mendes!!! Chegou às 11.05!! Todos estão admirados. Que espantoso tempo!
    O Jorge Serrazina, depois de desistir por estar farto de correr em alcatrão, fez as últimas etapas de montanha a acompanhar este grande atleta!

    1 hora depois chega o João Oliveira.
    - Fartei-me de pastar! – Diz ele!
    - É pá mesmo que não pastasses não conseguias apanhar o 1º! Ele também andou a pastar uns 5-6 km e “deu-te” 1 hora!

    Na meta há frango assado, pão, cerejas (!), biscoitos, bolos (escarpiadas) laranjas, cerveja e diversas bebidas. Mais tarde foram servidas pizzas.
    Assisto à chegada de metade dos atletas. O Pedro Basso é o que parece chegar pior. Mal corta a meta deita-se no chão extenuado.

    Fim da parte IV

  9. #309

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    Parte V

    Só consigo tomar banho 8 horas depois pois a minha mala tinha sido levada para Monsanto e só 8 horas depois é que passa por este local o penúltimo atleta.

    Em relação ao último (Lima), este, estando muito atrasado, foi telefonando à organização que podiam levantar os abastecimentos que faltavam pois mesmo estando fora de controlo de tempo estava decidido em acabar a prova.
    Mas é grande a preocupação com este atleta. É de noite, começou a chover, está bastante frio, está vento e é previsível que chegue à meta apenas às 4 horas da manhã!

    De qualquer modo, depois de ter desistido, tive a perfeita noção da dificuldade que é acompanhar todos os atletas. Os organizadores andam constantemente para trás e para a frente, os telefonemas entre as estações são às dezenas, os próprios btt andam para trás e para a frente. O Santiago por exemplo deve ter pedalado uns 200 km pois viu-o a andar para trás e para a frente!

    A preocupação dos organizadores é igual para todos os atletas. A atenção dos 1º é a mesma em relação aos restantes. Se calhar os 1º por serem mais exigentes e por estarem tensos pelo espírito competitivo que lhes está no sangue sejam os mais críticos.

    Os 1º atletas quando se perdem ficam normalmente aborrecidos. Fazer mais 500 metros que sejam é bastante chato. Já os últimos encaram os enganos com quase total descontração. Esta diferença do estado de espírito dos 1º atletas (dos quais eu me incluo) dos quase todos os restantes foi dos episódios que mais me marcaram. A descontração e ausência completa de tensão competitiva da maioria dos atletas mais retardatários foi para mim uma novidade e nota-se muito nos abastecimentos.


    Neste locais, os 1º não perdem mais de 1-2 minutos. Os mais atrasados podem estar 5-10-15 minutos ou mais a conversar a beber uma cerveja tudo muito descontraidamente.

    Durante o jantar fiquei ao lado do vencedor que é um atleta de estrada e apenas fez um Trail recente na Geira. No restaurante ainda deu para ver o jogo Portugal-Alemanha e para assistir a chegada do Mark Macedo que vinha enrolado numa manta, tinha uma cara terrível pelo ar tremendamente abatido que aparentava. A mulher dele mulher tinha chegado horas antes.

    O jantar termina às 11.30. O Eduardo entrega os prémios. Também ele elogiou a enorme prestação do 1º atleta Carlos Mendes que bateu o meu record por mais de 1 hora. Houve apenas 2 mulheres classificadas: a Júlia e a Analice que continua a correr em bom ritmo. O Eduardo informa que este ano houve muitas desistências, alguns enganos no percurso mas que a sinalização desta prova não pode ser igual à prova de um trail. Alguns atletas acharam estranho a ausência de fitas mas esta prova não pode ter fitas e por isso é preciso estudar bem o percurso.

    A Margarida, ainda estava com ela no carro, dizia-me que se atletas meterem o track no Garmim nunca se enganam. O garmim avisa-nos imediatamente caso nos enganemos no percurso. Nunca meti qualquer track no garmim vou experimentar esta funcionalidade.

    Depois de 3 desistências de enfiada, vou parar de correr nos próximos meses para não arranjar uma lesão crónica de difícil ou impossível cura.
    Em relação à organização…exemplar!

    Um abraço

  10. #310

    Default Desidério

    Desidério, estive a ler os teus relatos e deixa-me dar-te os parabéns: és um campeão.

    Ontem tive o prazer de jantar contigo (eu falo pouco) e dá gosto conviver com pessoas como tu. Volta rápido porque fazes muita falta a esta modalidade.

    Um abraço.

    (Falarei sobre a prova amanhã).

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