Uma boa proposta para a noite de sábado dia 11 de Agosto de 2012
Programa
11 de Agosto 2012
22H00 - Parque de Estacionamento do Largo de Corpo Santo (Cais Sodré)
22H05 - Briefing
22H15 - Início da caminhada
00H45 - Fim da caminhada (estimativa)
Ficha Técnica
Dificuldade: Média
Duração (Tempo de marcha): 2h30 horas
Duração (Tempo de actividade): 3h00 horas
Distância: 11 Km
Idade: A partir dos 12 anos
Tipo de Percurso: Circular
Tipo de Terreno: 100% em passeios e asfalto de Lisboa Antiga.
Material Aconselhável: Calçado confortável, agasalho adequado à meteorologia do dia (quente e/ou impermeável).
Valor da Actividade
7,50 € por pessoa
NIB 001000004120559000133 do BPI
Inscrições
Até 10 de Agosto de 2012
Inclui
-1 Abastecimento a meio do percurso
-1 Abastecimento no final da caminhada
-Acompanhamento permanente por equipa de apoio do Mundo da Corrida
-Seguro de Acidentes Pessoais (Apólice Nº 10528544 da Victoria Seguros).
O encontro será no Parque de estacionamento do Largo do Corpo Santo, e a partida será dada em frente à Igreja do Corpo Santo pelas 22 horas.
Igreja do Corpo Santo
Localização
Largo do Corpo Santo
Freguesia: São Paulo
Convento construído por iniciativa de Fr. Domingos do Rosário (confessor da rainha D. Luísa de Gusmão e diplomata), em terrenos cedidos por D. Afonso VI. O terramoto de 1755 provocou a sua destruição. Em 1758 iniciou-se a reconstrução sendo a sua localização deslocada ligeiramente para oeste e integrado na malha urbana pombalina. Trata-se portanto de Arquitetura religiosa pombalina.
A igreja apresenta características invulgares para o que é frequente encontrar na arquitectura religiosa nacional. A nave em forma octogonal inscrita num rectângulo confere ao espaço o significado de símbolo perfeito. A cúpula hemisférica e rematada por um lanternim solução geralmente adoptada para permitir a entrada de maior luz, talvez não fosse necessário num espaço pequeno, o que explica a singularidade do templo.
Na fachada é visível o frontão triangular em cujo tímpano se pode observar o símbolo da Ordem dos Dominicanos irlandeses com as triplas pilastras.
Depois da foto de grupo, iniciaremos a caminhada subindo a Rua do Alecrim em direção do Largo do Chiado, entramos pela Rua Garrett, onde se situa o famoso café "A Brasileira", subimos a Rua Serpa Pinto em direção do Largo do Carmo onde iremos desfrutar de toda a panorâmica vista do cimo do "Elevador de Santa Justa"
a) Café "A Brasileira"
A 19 de Novembro de 1905, A Brasileira abria as suas portas na Rua Garrett, no Chiado, pondo à venda o "genuíno café do Brasil".
Nesse dia, quem levasse um quilo - pela quantia de 720 reis - tinha direito a beber uma chávena de café de graça.
As paredes estão decoradas com diversas obras de pintores como Manuel Baptista, Hogan, Azevedo, Vespeira, Rodrigo, Eduardo Nery, João Vieira, Palolo e Noronha da Costa, que substituíram outros de uma outra geração entre os quais se distinguiram Almada Negreiros, Eduardo Viana, Bernardo Marques e Stuart Carvalhais.
Na esplanada do café, encontra-se uma estátua em bronze do poeta Fernando Pessoa sentado à mesa bebendo café, da autoria do mestre Lagoa Henriques.
Um dos percursos habituais do poeta era entre a sua casa e o Largo do Chiado, rumo ao local de encontro habitual de poetas e pensadores portugueses.
b) Elevador de Santa Justa
Do topo do elevador, inaugurado em 1902, descobre-se toda a Baixa lisboeta e o Castelo de São Jorge. Situado em pleno coração pombalino da cidade de Lisboa, o Elevador de Santa Justa é um verdadeiro ex-líbris da capital portuguesa, tornando-se visita obrigatória para qualquer turista que se desloque a Portugal.
O Elevador de Santa Justa é um transporte público da era da arquitectura do ferro, subindo da Rua de Santa Justa, na Baixa, ao Largo do Carmo, sendo actualmente o único ascensor vertical na cidade, desde que, em 1915, desapareceu o da Biblioteca. A sua construção foi licenciada em 6 de Julho de 1899, com o projecto pioneiro a cargo do engenheiro francês R. Mesnier de Ponsard, ficando a obra a cargo da empresa Elevadores do Carmo.
Pela Rua Nova da trindade, onde fica situada a famosa "Cervejaria trindade"
CERVEJARIA TRINDADE
"O edifício do Convento da Santíssima trindade foi adquirido após a extinção das ordens religiosas, em 1836, e no espaço do refeitório ganhou lugar a Fábrica de Cerveja da trindade.
Aos poucos o espaço foi crescendo e desenvolvendo, transformando-se na mais afamada cervejaria da cidade."
Continuando em frente vamos dar ao Largo trindade Coelho, onde podemos tirar algumas fotos junto à estátua do ardina.
Viramos à direita pela Rua de São Pedro de Alcântara até ao mais emblemático miradouro da cidade de Lisboa, situado no Jardim de São Pedro de Alcântara, que nos oferece um dos mais belos panoramas da cidade de Lisboa.
MIRADOURO E JARDIM DE SÃO PEDRO DE ALCÂNTARA
Um dos miradouros mais emblemáticos da cidade, reabriu totalmente renovado em Fevereiro de 2008, após ter estado encerrado alguns meses para obras de melhoramento de vieram restituir a dignidade que o local merece. Situado junto ao Bairro Alto e sobranceiro à Avenida da Liberdade, oferece um dos mais belos panoramas da cidade de Lisboa.
O jardim de S. Pedro de Alcântara, construído no século XIX, foi edificado a partir de um terreno em socalcos. O seu nome popular vem do convento de frades arrábidos que está em frente, edificado no século XVII. O passeio foi construído sobre o resto das muralhas das inacabadas obras de Águas Livres, que aqui planeavam construir um grande reservatório para abastecimento da zona oriental da cidade, que nunca se chegou a realizar. Entretanto, o local tornou-se vazadouro público, até que, em 1830, com o aquartelamento do comando da Guarda Real da Polícia e a construção das suas cavalariças, começaram os trabalhos de arborização.
Em 1835, a autarquia passou a estar encarregue por este espaço, construindo as duas escadas laterais que estabelecem comunicação entre as duas partes, depois de gradear o plano superior e inferior. O conselheiro Agostinho da Silva foi o responsável por este trabalho de ajardinamento e de melhorias. Os canteiros seguem uma tradição à francesa, de flores e arbustos geometricamente desenhados, onde foi colocado um lago de repuxo, ladeando os passeios de areia, assentando entre os canteiros, plintos, sobre os quais estavam vários bustos de deuses e heróis da mitologia greco-romana, assim como de algumas figuras históricas ligadas aos Descobrimentos.O tabuleiro superior foi transformado em alameda, com densa vegetação, bancos e um "tanque" transportado dos jardins da Bemposta ou do Palácio da Rainha.
Também podemos ver aqui um painel de azulejos da autoria de Fred Kradolfer que apresenta os principais pontos que se podem avistar a partir deste jardim e a estátua do fundador do jornal "Diário de Notícias", Eduardo Coelho
Depois de desfrutarmos de Lisboa à noite, contemplando o Castelo de São Jorge, seguimos viagem descendo a calçada da Glória, mesmo junto ao elevador.
ELEVADOR DA GLÓRIA
"O Elevador da Glória é um dos poucos elevadores que restam em Lisboa e situa-se na baixa, mais precisamente na Praça dos Restauradores. Faz a ligação entre esta praça e o Bairro Alto numa viagem de 265 metros para cima e para baixo.
Quando sair do elevador, encontra no lado direito o miradouro de S. Pedro de Alcântara, de onde tem vistas excelentes sobre o centro de Lisboa e o mágico Castelo de São Jorge. Mesmo do outro lado da rua, ligeiramente para a direita, na Rua de S. Pedro de Alcântara, nos.39-49, fica o Instituto do Vinho do Porto, onde pode provar e comprar uma grande variedade de vinhos do Porto.O Elevador da Glória abriu a 24 de Outubro de 1885 e, desde essa altura, dois elevadores têm feito o percurso nos sentidos ascendente e descendente, transportando turistas e residentes numa viagem que, apesar de não ser rica em paisagem, continua a ser única e muito agradável!
Este elevador é o mais movimentado de Lisboa e também o mais acessível aos turistas, uma vez que fica mesmo ao lado do principal posto de informação do turismo no Palácio da Foz. Funciona todos os dias entre as 07.00 e as 00.55."